Os verdadeiros sábios não reagem — eles compreendem.
Como a terra, não se ressentem dos passos que a pisam.
Firmes como as montanhas, sustentam o peso da existência sem se abalar.
E em seu olhar sereno, habita a calma de um lago profundo,
onde não há correnteza — apenas presença.
Na superfície, o mundo se move.
Nas profundezas, mora a luz do amor.
Ali, na consciência silenciosa,
não há julgamentos, nem pressa, nem resistência.
Há entrega.
Há espaço.
Há luz.
O sábio não busca se elevar — ele mergulha.
Vai fundo em si mesmo,
e ao encontrar o coração, encontra o universo inteiro.
Ele sabe: a verdadeira força não grita, ela sustenta.
A verdadeira paz não se impõe, ela transborda.
